Imaginarios urbanos y estilos de vida en Zona Rosa: el barrio coreano

dc.contributor.affiliationhttps://ror.org/02kta5139
dc.contributor.affiliationhttps://ror.org/029md1766
dc.contributor.authorRamírez González, Adriana Inés
dc.contributor.authorGöbel, Christof A.
dc.contributor.authorMansur Garda, Juan Carlos
dc.creatorRamírez González, Adriana Inés;#0009-0008-1760-6195
dc.creatorGöbel, Christof A.;#0000-0001-6298-5261
dc.creatorMansur Garda, Juan Carlos;#0000-0002-9334-0914
dc.date.accessioned2025-12-05T00:31:19Z
dc.date.issued2025
dc.descriptionSegunda parte: Cultura e identidades urbanas
dc.description.abstractLos seres humanos no ven ni viven los lugares como si fuera una realidad física neutra, sino que interpretan su entorno desde ideas e imágenes preconcebidas o que evocan algo y a eso se le llama “imaginarios”. La importancia de estudiar la ciudad mediante imaginarios significa comprender la verdadera dimensión de su complejidad. En este capítulo se explica qué son y cómo se entienden en las ciudades y espacios urbanos mediante sus elementos, así como la importancia para comprender las formas de vivir, habitar y sus estilos de vida. El objetivo es explicar el barrio coreano a través de la interpretación del espacio, sus imágenes, su cosmovisión, su comida, su religión, sus tradiciones, sus costumbres. La metodología fue cualitativa con una entrevista general a 30 personas y preguntas puntuales a 4 coreanos. El resultado de las entrevistas generales es la percepción de un barrio, hasta cierto punto en anonimato, aunque con relevancia en la gastronomía como dejaron ver 3 entrevistados. Sin embargo, lo que arrojaron los cuestionamientos a esta comunidad demostraron la importancia que tiene la Zona Rosa como la Pequeña Seúl, esto es, como un imaginario muy importante para los coreanos y los seguidores específicos de esta cultura.
dc.description.abstractHuman beings do not see or experience places as if they were a neutral physical reality, but rather they interpret their environment from preconceived ideas and images that evoke something, and this is called “imaginary”. The importance of studying the city through imaginaries means understanding the true dimension of its complexity. This chapter explains what are and how they are understood in cities and urban spaces through their elements, as well as their importance in understanding the ways of living, inhabiting and their lifestyles. The objective is to explain the imaginary of Koreatown through the interpretation of space, its images, its worldview, food, religion, traditions, customs. The methodology was qualitative with a general interview with 30 people and specific questions with 4 Koreans. The result of the general interviews is the perception of a neighborhood, to a certain extent in anonymity, although with relevance in gastronomy as 3 interviewees showed. However, what the questions brought to this community demonstrated the importance that Zona Rosa has as Little Seoul, that is, a very important imaginary for Koreans and the specific followers of this culture.
dc.description.abstractO ser humano não vê ou vivencia os lugares como se fossem uma realidade física neutra, mas sim interpreta o seu ambiente a partir de ideias e imagens pré-concebidas ou que evocam algo e estas são chamadas de “imaginários”. A importância de estudar a cidade através de imaginários significa compreender a verdadeira dimensão da sua complexidade. Este capítulo explica o que são e como são compreendidos nas cidades e nos espaços urbanos através dos seus elementos, bem como a sua importância na compreensão dos modos de viver, habitar e dos seus estilos de vida. O objetivo é explicar o imaginário de Koreatown através da interpretação do espaço, das suas imagens, da sua visão de mundo, da sua comida, da sua religião, das suas tradições, dos seus costumes. A metodologia foi qualitativa com entrevista geral com 30 pessoas e perguntas específicas com 4 coreanos. O resultado das entrevistas gerais é a percepção de um bairro, até certo ponto no anonimato, embora com relevância na gastronomia como mostraram 3 entrevistados. Contudo, o que as questões trouxeram a esta comunidade demonstrou a importância que a Zona Rosa tem como Pequena Seul, ou seja, como um imaginário muito importante para os coreanos e para os seguidores específicos desta cultura.
dc.formatpdf
dc.format.digitalOriginBorn digital
dc.identificator631106
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.24275/uama.6341.12988
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/11191/12988
dc.language.isospa
dc.publisherUniversidad Autónoma Metropolitana (México). Unidad Azcapotzalco. División de Ciencias y Artes para el Diseño.
dc.relation.ispartofhttps://doi.org/10.24275/uama.10730.12981
dc.rightsAtribución-NoComercial-SinDerivadas
dc.rights.accessopenAccess
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
dc.sourceDiálogos de posgrado entre el espacio, la cultura y la historia de las ciudades (2025). 978-607-28-3564-1
dc.subjectImaginarios
dc.subjectimaginario coreano
dc.subjectZona Rosa
dc.subjectimaginaries
dc.subjectKorean imaginary
dc.subjectimaginarios
dc.subject.classificationCIENCIAS SOCIALES::SOCIOLOGÍA::SOCIOLOGÍA DE LOS ASENTAMIENTOS HUMANOS::SOCIOLOGÍA URBANA
dc.subject.lccF1392.K65
dc.subject.lcshKoreans--Mexico--Social life and customs.
dc.subject.lcshCity and town life.
dc.subject.otherVida urbana.
dc.titleImaginarios urbanos y estilos de vida en Zona Rosa: el barrio coreano
dc.typeCapítulo de libro
dc.type.conacytbookPart

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Imaginarios urbanos y estilos de vida